Diagrama unifilar das bacias representadas
O diagrama abaixo representa a distribuição e o ordenamento das bacias hidrográficas conforme a categorização das anomalias de precipitação, pela metodologia proposta entre os dias 5 de agosto e 2 de setembro de 2026

Análise do Diagrama unifilar das bacias representadas
A análise do diagrama unifilar representa a distribuição e o ordenamento das bacias hidrográficas conforme a categorização das anomalias de precipitação para o período entre os dias 4 de agosto e 2 de setembro de 2026. Nas nascentes andinas, anomalias negativas de precipitação concentraram-se na bacia do Rio Napo em condição de tendência a extremamente seca e no curso principal do Amazonas em território peruano em tendência a muito seco. A bacia do Ucayali foi categorizada em condição de tendência a chuvoso, enquanto a bacia do Rio Marañon permaneceu em condição de normalidade. Apresentaram chuvas abaixo da climatologia as bacias: Rio Coari (condição de tendência a extremamente seco), rios Japurá e Tefé (condição de muito seco), Içá, Javari e o curso principal do Rio Solimões (condição e seco) e Rio Jutaí (condição de tendência a seco). A bacia do Rio Purus apresentou chuvas próximas à climatologia do período. Com anomalias positivas de precipitação a bacia do Rio Beni foi caracterizada em condição de tendência a muito chuvoso e a bacia do Rio Mamoré em condição de chuvoso. As bacias dos rios Aripuanã, Guaporé e Ji-Paraná foram categorizadas em condição de normalidade, enquanto a bacia do Rio Madeira foi caracterizada em condições de tendência a seco. As bacias hidrográficas dos rios Negro e Branco se mantiveram sob anomalias negativas de precipitação, sendo categorizadas em condições de muito seco e tendência a extremamente seco, respectivamente. Na margem esquerda do Rio Amazonas em território brasileiro houve manutenção do predomínio de anomalias negativas de precipitação: as bacias do nordeste do Amazonas e noroeste do Pará foram categorizadas em condição de tendência a extremamente seca e as bacias do nordeste do Pará foram categorizadas em condição de muito seco. Na margem direita, foram caracterizadas com chuvas abaixo da climatologia as bacias do rios Curuá Una (tendência a extremamente seco), Abacaxis e Tapajós (muito seco), Iriri e Xingu (seco), Juruena e Teles Pires (tendência a seco), com acumulados de precipitação entre 4 e 11 mm, alertando para escassez de chuvas nesta região. O curso principal do Amazonas em território brasileiro apresentou chuvas abaixo da climatologia, categorizado em condição de muito seco. Anomalias negativas de precipitação avançam rapidamente no sentido norte-sul da bacia, indicando a intensificação das condições de seca nos afluentes da margem esquerda da bacia Amazônica desde a cordilheira até a foz do rio junto a ilha do Marajó, neste momento o avanço da seca sobre afluentes da margem direita em território brasileiro já é perceptível.